Bolsonaro fez da cloroquina uma armadilha contra seus opositores

Por: Tales Faria – Se você for diagnosticado com coronavírus vai querer ou não tomar a tal da cloroquina? Provavelmente sim. Qualquer um de nós. Mas se os sintomas da doença não forem pronunciados, seu médico talvez diga que ainda não é o momento. Que o medicamento tem prós e contras, efeitos colaterais que devem ser pesados antes de se decidir por sua utilização.

Aliás, é assim que ocorre com quase todos os remédios. Antes de ser ministrado, é feita uma avaliação SE, para aquele paciente, trará mais riscos do que benefícios. Ou não…

Mas Bolsonaro transformou a cloroquina num discurso político e simplório: o remédio é a cura que todos esperávamos.

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