Espaço do Leitor

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Poema do jovem Juninho, poeta de Timbaúba dos Batistas

Poema obre a Saudade

Saudade palavra que dói,

Que acaba com minha tolerância,

Porque quem inventou a distancia,

Com certeza não amava,

Ou seu coração estava,

Como uma pedra em seu peito,

Por causa de um amor desfeito,

Por falsidade, traição ou ganância,

A saudade por ser profunda,

Oferece rimas de amor cortante,

Faz chorar que vive distante,

Lembrando de um grande amor ausente,

Mexe com o corpo, a alma e a mente,

Pois a saudade é traiçoeira,

Quem a sente faz até asneira,

E vive a chorar constantemente,

Portanto para driblar a saudade,

Faço versos que minha boca declama,

Teu nome o meu peito chama,

Embora longe não te esqueço,

Pois pelo seu amor tenho apreço,

Sem ter nenhuma falsidade,

Às vezes é bom ter saudade,

Já que ela é privilégio de que ama…

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