Mais um assessor de Bolsonaro na mira da PF

A Polícia Federal investiga se Max Guilherme Machado de Moura, ex-policial do Bope do Rio e atualmente assessor especial no gabinete pessoal de Jair Bolsonaro, estimulou as manifestações contra o STF e o Congresso, diz a Folha.

Segundo o jornal, o nome de Max Guilherme foi mencionado pela delegada encarregada do inquérito dos atos antidemocráticos nos interrogatórios de Carlos Bolsonaro, Tércio Tomaz Arnaud e de José Matheus Sales Gomes. Os dois últimos são apontados como integrantes do chamado “gabinete do ódio”.

Os três foram questionados sobre a relação que mantêm com Max Guilherme.

Caluxo respondeu que o “conhece, uma vez que o mesmo trabalha com o presidente de República, [mas] que não tem relação profissional com Max”.

José Matheus disse conhecer “Max, da assessoria do presidente, mantendo apenas uma relação profissional com ele”.

A delegada quis saber de Tércio se ele criou alguma página ou publicou algum conteúdo para Max nas redes.

Tércio respondeu que “conhece Max, uma vez que ele trabalha na assessoria pessoal do presidente da República”, mas que não se recorda de ter criado alguma página ou publicado conteúdo em redes sociais.

O Antagonista*

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