Fátima: “O monopólio das comunicações não é bom para a democracia”

No último final de semana, 1.235 petistas se reuniram em Brasília para o 4º Congresso Nacional do PT. Após dois dias de debates, os congressistas aprovam mudanças importantes no estatuto do partido. Entre os pontos aprovados está a paridade de gênero na composição das instâncias regionais da legenda, que, de agora em diante, devem ter número igual de homens e mulheres. Haverá, ainda, cotas destinando 20% das vagas para negros e 20% para jovens. 

Além disso, o partido limitou o número de mandatos de vereadores, deputados federais, estaduais e distritais e senadores. Daqui para frente, vereadores e deputados poderão exercer somente três mandatos, enquanto os senadores apenas dois. A nova regra só começa a valer em 2014, mas os mandatos atuais não vão entrar nesta conta. Com isso, somente em 2026 os deputados que tiverem exercido três mandatos serão impedidos de buscar uma nova reeleição, enquanto para os senadores a limitação começa em 2030. 

Fátima saudou, ainda, a proposta de regulamentação da mídia aprovada pelos congressistas, alvo de muitas críticas da oposição e de setores da imprensa nacional, que enxergaram na medida uma tentativa de censurar a informação. A deputada rechaçou as acusações, afirmando que essa reação é fruto do “conservadorismo desses setores”. “A questão do monopólio dos meios de comunicação, concentrados nas mãos de seis ou sete grandes famílias do país, não contribui para a democracia”, argumentou.

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