Ninguém pode duvidar: se existe um governo masoquista é o atual.

Gosta de apanhar nas redes sociais.

Cada declaração, uma aberração. Silêncio é uma forma de se comunicar, esquecem os 122, 5 marqueteiros oficiais.

Escalada para falar sobre a ameaça de paralisação dos PMs, a Secretária de Segurança Pública, delegada civil Sheyla Freitas, bateu no Coronel André Azevedo, acusando-o de incitar o movimento com intenções políticas.

A Associação dos Oficiais emitiu nota em solidariedade ao ex-comandante.

ASSOFME

NOTA DE SOLIDARIEDADE

É com perplexidade e repulsa que a Associação dos Oficiais Militares Estaduais (ASSOFME) recebe as agressivas acusações da Senhora Secretária da Segurança Pública e Defesa Social, delegada de Polícia Civil, Sheyla Freitas, contra o Coronel André Azevedo, ex-comandante da Polícia Militar e dos mais brilhantes oficiais da instituição.

Atribuir ao Coronel Azevedo qualquer trama para gerar crise na Polícia Militar é demonstrar despreparo e desprezo ao estado de penúria por que passam os militares estaduais, oficiais e praças, aposentados e da ativa, bem como as pensionistas de nossa classe.

A nosso sentir, a Secretária ultrapassou os limites da inconsequência, afrontando um policial que orgulha e defende seus companheiros de farda, que, na ocasião, nada mais desejam do que receber os seus salários; e mais ainda, deixando para Deus sabe quando, o pagamento dos nossos aposentados e pensionistas.

Manifestamos nossa irrestrita solidariedade ao Coronel Azevedo. Assim deve proceder um líder de verdade, defendendo os seus, jamais escondendo-se atrás de funções transitórias para esquivar-se ou terceirizar responsabilidades, prática que, aliás, já é usual no atual Governo.

Natal, 7 de novembro de 2017.

Associação dos Oficiais Militares Estaduais

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