Francisco do PT na luta pela regularização fundiária da zona urbana de Bodó

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Não existe um morador da zona urbana de Bodó que possua escritura do seu imóvel. Para mudar essa realidade, o deputado estadual Francisco do PT, que desde o início do mandato se somou à essa luta, participou nesta terça-feira (08) de duas audiências, uma na DATANORTE e outra na CEHAB, articuladas pelo seu mandato, para tratar da regularização fundiária do município, localizado na região do Seridó Potiguar.

Francisco do PT ressaltou que é difícil a situação dos que vivem na zona urbana de Bodó. “São mais de 600 imóveis, toda a zona urbana de Bodó sem regularização fundiária. Os prejuízos para a cidade e, principalmente, para os moradores são enormes. Eles ficam impedidos, por exemplo, de realizar algumas transações bancárias, de investir na própria cidade, o que interfere diretamente no desenvolvimento local, na geração de emprego e renda”.

Para a diretora-Presidente da Companhia de Processamento de Dados do RN – DATANORTE, Rosângela  Fonseca, a governadora Fátima Bezerra é sensível com o pleito e é de interesse do governo do RN fazer a regularização fundiária de Bodó. “Temos um processo em curso, iremos analisar e concluí-lo com maior celeridade, e, dentro da legalidade, apresentar alternativas para resolver essa questão”.

De acordo com o presidente da Companhia Estadual de Habitação e Desenvolvimento Urbano (CEHAB), Pablo Thiago Lins, será feito uma reunião com a diretoria da DATANORTE para alinhar as tratativas sobre a temática. “Assim que a DATANORTE apresentar o parecer do processo em curso iremos nos reunir e tocar o processo”.

O prefeito de Bodó, Marcelo Porto, destacou a regularização fundiária é um sonho antigo da população e a ausência da titularidade impede o município de crescer. Acompanharam o prefeito, o vereador Rany, o presidente do Sindicato dos Servidores de Bodó, Nego do Sindicato, o presidente do PT local, José Reis e Severino Dionísio

Por fim, o deputado Francisco do PT fez apelo para que seja dada toda atenção e prioridade a essa demanda, pois é uma reivindicação antiga e que a população carece de que seja concretizada.

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