O empresário Cristiano Carvalho, que se apresenta como representante da empresa americana Davati Medical Supply, disse hoje, em depoimento à CPI da Covid, que não presenciou suposto pedido de propina em favor de um ex-servidor do Ministério da Saúde durante negociações para compra de vacinas.
No entanto, ele afirmou que foi avisado da suposta solicitação ilícita de US$ 1 por dose de imunizante de Oxford/AstraZeneca. O representante da Davati afirmou ainda que a suposta propina seria destinada ao “grupo” ligado ao coronel Marcelo Blanco, ex-funcionário do Ministério da Saúde e que, segundo o vendedor informal da Davati Luiz Paulo Dominghetti, teria sido o responsável por criar um elo inicial entre a empresa e o governo federal.


