A falta de punição ao general Eduardo Pazuello após participar de manifestação política de apoio a Jair Bolsonaro (sem partido), o que é proibido pelas Forças Armadas, criou o ambiente para que oficiais das polícias militares percam o pudor de fazer o mesmo.
Uma das consequências é o caso do coronel Aleksander Lacerda, que realizou uma convocação para os atos bolsonaristas de 7 de setembro e atacou ministros do Supremo Tribunal Federal. O governador João Doria (PSDB), também alvo do coronel, o puniu com o afastamento do comando de 5 mil policiais em sete batalhões da região de Sorocaba.

