O melhor comentário sobre o acesso de macheza de Augusto Aras, que partiu para cima de um colega, foi feito pelo procurador aposentado Airton Florentino de Barros.
Ele disse para a Folha de S. Paulo:
“O PGR dá uma de corajoso onde não deve. Onde deveria demonstrar coragem, não demonstra.”
O Antagonista*


