Inquérito concluído em 5 dias: lacunas da investigação da morte de petista

Com a conclusão em apenas cinco dias do inquérito sobre o assassinato do guarda municipal Marcelo Arruda, morto a tiros na noite de 9 de junho enquanto comemorava o aniversário de 50 anos com uma festa temática do PT em Foz do Iguaçu (PR), ainda há lacunas para serem preenchidas na investigação do crime, como a extração dos dados no celular do autor do crime e a leitura labial na cena do crime.

Apoiador do presidente Jair Bolsonaro (PL), o policial penal Jorge José da Rocha Guaranho foi indiciado nesta sexta-feira (15) por homicídio duplamente qualificado por motivo torpe e por causar perigo a outras pessoas, em pena que pode variar de 12 a 30 anos de prisão. Contudo, a Polícia Civil não vê indícios para constatar que houve crime de ódio por motivação política.

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