Pela primeira vez em décadas, organismos internacionais serão acionados para sair em defesa da democracia brasileira. A meta, porém, não é apenas de condenar os atos do fim de semana em Brasília. Mas lançar uma mensagem clara de repúdio às ameaças da extrema direita e movimentos que ganham força em diversas partes do mundo.
A partir desta segunda-feira, os governos do Chile e da Colômbia iniciam uma ofensiva diplomática para conseguir apoio suficiente para que a OEA (Organização dos Estados Americanos) realize uma reunião de emergência de seu conselho.


