MP pede que TCU suspenda pensão de ex-major preso em operação sobre fraude em cartão de vacina de Bolsonaro

Ministério Público junto ao Tribunal de Contas da União (MPTCU) protocolou um pedido ao TCU solicitando que seja revisto o pagamento de pensão militar para a esposa do ex-major Ailton Barros.

Barros é o ex-major expulso do Exército em 2006, que foi preso pela Polícia Federal (PF) na semana passada em operação que envolveu falsificação de cartões de vacinação, incluindo o do ex-presidente Jair Bolsonaro.

O ex-militar também foi flagrado em troca de áudios, obtida pela CNN, que mostrou Barros discutindo um golpe de Estado com o ex-ajudante de ordens Mauro Cid, em dezembro do ano passado.

A representação do MPTCU desta segunda-feira (8), assinada pelo subprocurador geral Lucas Rocha Furtado, tem como base uma reportagem do UOL, que mostrou que a esposa do ex-major, Marinalva Barros, recebe pensão militar mensal de R$ 22,8 mil brutos, ou R$ 14,9 mil líquidos, desde outubro de 2008.

Conforme reportado pelo analista da CNN Leandro Resende, Barros foi expulso do Exército em 2006 depois de um histórico de transgressões que incluiu ao menos sete prisões.

CNN*

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