Mensagens obtidas pelo Metrópoles mostram a movimentação violenta pelo golpe de Estado em grupos administrados por Ana Priscila Azevedo. Chamada de “nossa heroína” e “peça-chave” pelos golpistas, ela depõe nesta quinta-feira (28/9) na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) dos Atos Antidemocráticos, na Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF).
Atualmente presa e apontada como liderança da tentativa de golpe, ela mantinha canais no Telegram com mais de 50 mil participantes, incentivando invasões.
Os grupos mudavam constantemente de nome, eram excluídos por determinação judicial e retornavam à ativa “do zero”. Neles, Ana instigava e a direita mandava fotos de armas, ameaças e planejamentos para o 8 de Janeiro.
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