Três potiguares foram encontrados mortos com marcas de tiros nesta sexta-feira (10), após terem sido feitos reféns durante um assalto no município de Lago da Pedra, no Maranhão.
Os corpos estavam amarrados e foram localizados em uma estrada de terra na zona rural de Santa Inês.
As vítimas foram identificadas como:
- Francisco Edimar Gino da Silva, de 42 anos;
- Bruno Pinheiro Alves, de 26 anos;
- Roberto Moreira de Aquino, cuja idade não havia sido confirmada.
Os três estavam no estado a trabalho. Francisco era empresário, enquanto Bruno e Roberto eram funcionários dele.
Assalto e sequestro
Segundo a Polícia Militar do Maranhão, o crime começou por volta das 7h, quando criminosos armados invadiram a residência onde as vítimas estavam, no bairro Planalto, em Lago da Pedra.
No local, os assaltantes renderam o empresário, a esposa dele — que foi amarrada dentro de um quarto — e os funcionários. Durante a ação, as vítimas foram agredidas e obrigadas a realizar transferências via PIX, que somaram cerca de R$ 24 mil.
Além disso, os criminosos roubaram dinheiro, celulares, equipamentos de segurança e uma caminhonete Hilux preta.
Após o assalto, Francisco, Bruno e Roberto foram levados como reféns.
Localização dos corpos
De acordo com a polícia, por volta das 9h, a caminhonete roubada foi encontrada no povoado Monção, na zona rural de Santa Inês. Próximo ao veículo, estavam os corpos das três vítimas, com sinais de execução e ainda amarrados.
Até o fim da tarde desta sexta-feira, nenhum suspeito havia sido preso.
Quem eram as vítimas
Francisco Edimar Gino da Silva era natural de Tenente Ananias, empresário do ramo de crediário, casado e pai de dois filhos. O corpo permanecia no Instituto Médico Legal (IML) de São Luís, sem previsão de liberação.
Bruno Pinheiro Alves, de 26 anos, era de Marcelino Vieira. Pai de dois filhos, ele completaria 27 anos em maio. O sepultamento deve ocorrer na cidade natal.
Já Roberto Moreira de Aquino era natural de Rafael Fernandes. A idade dele não havia sido confirmada até a última atualização.
Com informações do G1

