Na última semana, Crusoé revelou que, na viagem que fez em março a Israel para conhecer um spray ainda em testes que supostamente funcionaria contra o coronavírus, Ernesto Araújo assinou um documento em nome do governo se comprometendo a fazer o produto deslanchar no Brasil.
A revista obteve a íntegra da carta, em que o governo diz que o spray nasal vinha demonstrando “evidências preliminares de segurança e eficácia promissoras em pacientes hospitalizados com COVID-19”.
No entanto, uma nota técnica do Ministério da Saúde produzida antes da viagem apontava que “as informações disponíveis não oferecem dados suficientes sobre os desfechos de segurança e eficácia obtidos”. O ex-chanceler será ouvido pela CPI da Covid na semana que vem.

