G1: Desde o início da pandemia, áudios, vídeos e textos falsos têm circulado na web. Equipe fez a verificação de quase duas mensagens por dia em 6 meses. Médicos apontam o quão nocivos são os boatos em meio à crise de saúde pública.
Em seis meses, 300 checagens. Desde o início da pandemia do novo coronavírus, a equipe do Fato ou Fake tem verificado textos, áudios e vídeos que têm se propagado na internet e no celular. E as mensagens falsas não têm cessado.
Há boatos que falam de curas “milagrosas”, que questionam a eficácia das máscaras, que propagam mentiras sobre as vacinas em desenvolvimento, que distorcem dados sobre a doença e que tentam colocar em xeque o isolamento social.


