Jair Bolsonaro, um ano depois de demitir Sergio Moro, conseguiu assumir o controle da PF.
Diz a Crusoé, em sua reportagem de capa:
“O movimento do diretor-geral Paulo Maiurino em busca do controle mais efetivo das investigações mais relevantes está alinhado com os propósitos já verbalizados de maneira eloquente por Jair Bolsonaro – no ano passado, premido pelo avanço das apurações envolvendo seu filho 01, o senador Flávio Bolsonaro, o presidente assumiu seu desejo de ‘controlar’ a corporação.
A partir da aliança do governo com a ala fisiológica do Congresso e com setores do Judiciário implicados em investigações, a causa se ampliou e ganhou apoiadores importantes. Em paralelo a outras iniciativas, como a decisão da PGR de Augusto Aras de extinguir as forças-tarefas da Lava Jato, as mudanças na Polícia Federal apressaram o processo de enfraquecimento da operação que por anos aterrorizou o establishment político do país. É a nova pax brasiliense em seu esplendor.”
Assine a Crusoé e leia a reportagem completa aqui.
O Antagonista*


