Uma pedagoga de 48 anos está há mais de uma semana foragida após ter sido apontada pela Polícia Federal, em novembro, como uma das líderes de bloqueios na BR-163, em Novo Progresso (PA), em reação à derrota do presidente Jair Bolsonaro (PL) nas eleições, há mais de um mês.
Na noite de 2 de novembro, ela gravou um vídeo incitando a população a ocupar a rodovia. O local foi palco, cinco dias depois, de um confronto entre manifestantes e equipes da PRF (Polícia Rodoviária Federal), em que as viaturas deixaram o local sob tiros e lançamento de objetos. Um agente ficou ferido e uma criança precisou ser socorrida na tentativa de liberar a via.
No mesmo dia do conflito, a PF pediu a prisão de dez pessoas, mas quatro não foram encontradas até o momento e as outras seis foram colocadas em liberdade na última semana. O grupo é suspeito de oito crimes, como tentativa de homicídio e constrangimento ilegal a comerciantes para que aderissem ao protesto.
UOL*


