O Movimento Brasil Livre e o Vem pra Rua, grupos que lideraram as manifestações de 2015 pelo impeachment de Dilma Rousseff, decidiram organizar um ato em conjunto contra Jair Bolsonaro, informa o Estadão.
Segundo os líderes dos movimentos, a data da manifestação será divulgada em uma entrevista coletiva na Câmara nesta quinta-feira, 8.https://googleads.g.doubleclick.net/pagead/ads?client=ca-pub-8160315316252476&output=html&h=280&adk=890639507&adf=2042500619&pi=t.aa~a.129864629~i.2~rp.4&w=640&fwrn=4&fwrnh=100&lmt=1625661777&num_ads=1&rafmt=1&armr=3&sem=mc&pwprc=6095563530&psa=1&ad_type=text_image&format=640×280&url=http%3A%2F%2Fwww.folhapatoense.com%2F2021%2F07%2F07%2Fmbl-e-vem-pra-rua-decidem-organizar-ato-conjunto-contra-bolsonaro%2F&flash=0&fwr=0&pra=3&rh=160&rw=640&rpe=1&resp_fmts=3&wgl=1&fa=27&dt=1625661777056&bpp=11&bdt=2178&idt=11&shv=r20210630&ptt=9&saldr=aa&abxe=1&cookie=ID%3D15cf3a9dd8809907-2204a7d8e1b900e4%3AT%3D1620913055%3ART%3D1620913055%3AS%3DALNI_MaZMvVhNQIrze_BFLPHn9hbTeNZ5w&prev_fmts=0x0%2C728x90%2C468x60&nras=2&correlator=3490386792652&frm=20&pv=1&ga_vid=1488177611.1625661776&ga_sid=1625661776&ga_hid=1472297506&ga_fc=0&u_tz=-180&u_his=3&u_java=0&u_h=768&u_w=1366&u_ah=728&u_aw=1366&u_cd=24&u_nplug=3&u_nmime=4&adx=185&ady=1170&biw=1349&bih=625&scr_x=0&scr_y=0&oid=3&pvsid=2057322847010101&pem=40&ref=http%3A%2F%2Fwww.folhapatoense.com%2F&eae=0&fc=1408&brdim=0%2C0%2C0%2C0%2C1366%2C0%2C1366%2C728%2C1366%2C625&vis=1&rsz=%7C%7Cs%7C&abl=NS&fu=128&bc=23&ifi=5&uci=a!5&btvi=2&fsb=1&xpc=cGOiZNC7Tb&p=http%3A//www.folhapatoense.com&dtd=90
“Ficou claro que não tem como unificar com a esquerda. Veja o que houve com os manifestantes do PSDB. Queremos fazer manifestações contra o Bolsonaro, mas sem levantar a bandeira do Lula”, disse ao jornal paulistano Renato Battista, coordenador nacional do MBL.
No último sábado (3), manifestantes tucanos foram agredidos por integrantes do PCO durante o protesto contra o presidente na avenida Paulista.
As lideranças de direita, centro e esquerda que protocolaram o superpedido de impeachment de Bolsonaro na semana passada não chegaram a um consenso sobre estratégias de mobilização. Para Kim Kataguiri, deputado e líder do MBL, é preciso atrair ex-eleitores bolsonaristas.
“Para derrubar Bolsonaro, precisamos falar com o eleitorado dele que foi traído. O governo hoje se sustenta apenas por uma articulação frágil com o Centrão. Enquanto governo, é uma tragédia em todos os aspectos”, declarou Kataguiri.
Para Celina Ferreira, do Vem Pra Rua, a mobilização para tirar Bolsonaro do poder está crescendo, mesmo com as resistências do Centrão. “A CPI [da Covid] vem trazendo à tona a negligência, a corrupção e outros crimes de Bolsonaro, e não há por que esperar mais para pedir seu impeachment.”


