Natal é 2ª do Nordeste com mais diagnóstico de depressão

O Instituto do Cérebro da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (ICe-UFRN) vai iniciar os testes clínicos com cetamina para depressão. A pesquisa está recrutando voluntários com depressão e que sejam resistentes ao tratamento tradicional. A chamada foi publicada no Instagram do Instituto do Cérebro e aponta que profissionais que tenham pacientes com depressão resistentes ao tratamento também podem fazer o encaminhamento. Os interessados devem se inscrever através deste formulário.

Um levantamento inédito publicado pelo Ministério da Saúde em abril passado coloca Natal como a segunda capital do Nordeste com o maior número de pessoas com 18 anos ou mais que relataram um diagnóstico médico por depressão. A capital potiguar tem 11,8% de registros nessa parcela da população, através somente de Recife, com 12,5%, conforme dados tabulados pelo órgão ministerial através da Vigilância de Fatores de Risco e Proteção para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel) – ano base 2021. Os números foram analisados por psicólogos do Instituto Santos Dumont (ISD), em Macaíba(RN).

Em todo o País, em média 11,3% dos brasileiros relatam um diagnóstico médico de depressão. É um número bem acima da média apontada pela Organização Mundial de Saúde (OMS) para o Brasil, de 5,3%. A pesquisa Vigitel é aplicada todos os anos, e tem como objetivo coletar informações que dizem respeito à saúde nas capitais brasileiras. Essa é a primeira vez que a pesquisa traz números relacionados à depressão. Entre os sintomas da condição, estão: tristeza persistente, desânimo, baixa autoestima, sentimento de inutilidade, alterações no apetite, ganho ou perda de peso súbita, insônia, excesso de sono e fadiga acentuada.

SAIBA MAIS

Gostou? Compartilhe...

Mais Sobre Saúde

Rolar para cima