Nova fase da Operação Carbono Oculto colocou na mira empresários e operadores suspeitos de manter esquema de lavagem de dinheiro ligado ao PCC dentro do mercado de combustíveis. A ação, realizada nesta quinta-feira (28/5) pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) e pela Receita Federal, cumpre 55 mandados de busca e apreensão em São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e Paraná.
Segundo os investigadores, o grupo continuou movimentando milhões mesmo após operações anteriores. A suspeita é de que a organização tenha criado rede paralela de empresas e contas digitais para esconder recursos provenientes de adulteração de combustíveis, fraudes tributárias e outras atividades criminosas.

