Quando Fátima Bezerra (PT) foi para a campanha de 2022, com o slogan “o melhor vai começar”, muita gente acreditou e a fez reeleita no primeiro turno. Mas a realidade na saúde, por exemplo, deixa claro que o que o RN vive hoje está longe de ser o “melhor”.
A fila de cirurgias eletivas no Sistema Único de Saúde (SUS) no Rio Grande do Norte, por exemplo, cresceu mais de 70% em três anos. Segundo dados da SESAP saiu de 27.492 pessoas em 2023 (primeiro ano do novo governo) para quase 47 mil em 2026, o último ano.
O governo se defende alardeando que o número de cirurgias realizadas cresceu 50%, saltando de 60 mil para mais de 90 mil por ano. Os dados são reais — mas escondem uma contradição brutal: se o estado opera mais e a fila só cresce, o problema não é de produção, é de gestão.
Blog do Gustavo Negreiros*


