A Polícia Federal (PF) aponta que os aportes do RioPrevidência em letras financeiras do Banco Master não partiam de decisão técnicas, mas dependiam do “alinhamento político” e da “relação pessoal” entre o ex-governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro (PL), e Daniel Vorcaro, que era dono da instituição financeira.
Além dos aportes bilionários feitos do fundo previdenciário dos servidores estaduais em letras financeiras do Master, a PF aponta que a relação de “vínculo pessoal estreito” entre Castro e Vorcaro favoreceu a indicação de cargos chaves para a diretoria do RioPrevidência.


