Durante a semana passada o mundo político potiguar viveu a expectativa de uma reunião entre o ex-ministro Rogério Marinho (PL), que é pré-candidato ao Senado e o ex-senador José Agripino Maia (União Brasil), pré-candidato a deputado federal. Na pauta da reunião, a definição de um nome a ser lançado pela oposição para enfrentar a governadora Fátima Bezerra (PT). Havia mesmo a especulação de que o pré-candidato ao governo poderia ser até mesmo um dos dois, embora ambos negassem o fato em entrevistas e declarações.
Passado o fim de semana, nesta segunda-feira o cenário é de desânimo na oposição. Nem Agripino nem Rogério confirmaram sequer a realização da reunião e a oposição continua sem um nome para concorrer ao governo.
A oposição já tentou lançar pelo menos dois nomes, o do deputado federal Benes Leocádio (União Brasil) e o da deputada federal Carla Dickson (União Brasil). O primeiro não conseguiu viabilizar a pré-candidatura e desistiu. A segunda teve o nome lançado pelo próprio presidente Jair Bolsonaro, quando ele esteve em Parnamirim, no dia 30 de março, mas dias depois foi esquecida pelos próprios líderes oposicionistas que parecem não ter levado o ímpeto do presidente a sério.
Já a sonhada candidatura do presidente da ALRN Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB) ao governo pode não ter passado de um mero balão de ensaio e de uma empolgação de blogs de direita. O próprio Ezequiel jamais lançou ou admitiu candidatura e tampouco falou ou agiu como um candidato. Aliado da governadora Fátima, deve continuar nesta situação na campanha.


