Desde maio o ministro do desenvolvimento regional Rogério Marinho vem sendo alvo de denúncias de uso eleitoreiro e compra de apoio político através do envio de recursos da Codevasf.
O escândalo ficou conhecido como “Orçamento Paralelo” ou “Tratoraço”.
Segundo levantamento do jornal O Estado de S. Paulo, Marinho teria usado a empresa estatal para liberar “emendas paralelas” que totalizariam R$ 3 milhões em troca de apoio político de deputados e senadores para Bolsonaro.
O parlamentar teria também buscado se fortalecer para seu projeto político no Rio Grande do Norte onde sonha ser eleito senador em 2022.
Os parlamentares solicitaram através de ofícios o envio de equipamentos agrícolas para as bases políticas.
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